quarta-feira, 2 de março de 2011

Matando o Chefão


Diversas foram as vezes em que eu me senti derrotada, e o tempo (querido curador de tudo)  me mostrou que, na verdade, eu havia vencido. Acredito que isso acontece na maioria das vezes em que as coisas não saem como esperadas ou planejadas. Mais do que ganhar ou perder, há dificuldade em entender as  regras do jogo. Realmente sinto que, no final, tudo dá certo (clichêzinho bom!), ou ao menos as coisas acontecem exatamente como era pra ter sido, para que haja o aprendizado que cada situação oferece. Quase como num jogo de videogame, quando aparece algum chefão ou monstro, sentimos: Oh não! Tô ferrada, tem alguém querendo acabar comigo! Mas o chefão é o rito de passagem que garante nossa força para a próxima fase. Podemos 'morrer' várias vezes até vencê-lo. E cada morte te ensina qual caminho não tomar. São os aprendizados práticos das regras. Faço aqui analogia com situações que penamos muito no sofrimento até transcende-las. Porém, quando 'matamos' o monstrinho... Ah... FREEDOM! Vem o entendimento e o êxtase da vitória. Assim também é quando transcendemos algum sofrimento, quando o monstro interno que nos perturba vai pro beleléu.
Tenho morrido na mesma fase repetidamente, mas ainda não enxerguei o que tenho que aprender, onde está a passagem secreta. Nestas horas me falta um manual de instrução! Mas esse jogo é inédito, só meu, ninguém sabe as regras, só seu Criador. Ao menos, por agora, não  há game over!!!

2 comentários:

Alana de Abreu disse...

Nem me fala Mari! Estou procurando faz decadas estas "passagens secretas", mas acho que elas só se abrem depois que algo dentro de você se abre também!

Mariana Ostermann disse...

Concordo parceira. Pelo menos estamos na busca né! Logo mais a portinha da passagem aparece!