terça-feira, 15 de março de 2011

Urgência!

Tenho me dado conta de que tudo o que vem acontecendo no mundo, tipo desastres naturais, situação política, movimentos populares, têm também movimentado coisas internas nossas, no sentido de sentir uma espécie de urgência de viver.

Nosso tempo não permite mais a preguiça de viver, adiar coisas, acreditar que não temos poder de mudar. A Praça Tahir, no Egito, os caras pintadas no Brasil há alguns anos, mostrou que podemos sim!
É uma questão de observar o "timing". Uma coisa interna vai crescendo, aumenta o desconforto, vai se criando uma necessidade e aí explode. Nesse ponto ninguém segura.
Pode ser emagrecer, não aturar mais desaforos com carinha de "faz de conta que é legal o que estou te dizendo", mudar a nossa situação ecológica, coisas na nossa cidade, na nossa casa...ou até mesmo traços destrutivos da nossa personalidade.

Chega de procrastinar!! Não temos mais tempo para isso. Essa época exige compromisso já com nossos desejos. Deixar para amanhã era coisa do tempo dos nossos avós. Nós temos que agir, e rápido, para transformar nossa vida naquilo que queremos.


A viagem dos sonhos? Agora! Dedicação ao trabalho para criar uma base de voo legal, agora! Falar o que sentimos... na hora certa, para a pessoa certa, no lugar adequado...  já sabem. Não há outro tempo!

4 comentários:

Alana de Abreu disse...

Acho que devias postar este texto lá no Grupo 786! Muito bom.

Alessandra Dietrich disse...

adorei... é isso aí... tenho começado a sentir as consequências da sinceridade.. e de não perder o "timing" .. é libertador... doloroso no início mas uma experiência inigualável.. e abre portas que vocÊ nem sabia que tinha... obrigada por me ensinar isso e ter insistido tanto.. finalmente, agora internamente tenho ouvido vocÊ.. não´só mais na teoria.. beijos Ale

Mariana Ostermann disse...

Acho que o agora assusta as vezes, paraliza. Essa palavra e sensação deveria ser sentida sem ansiedade mas sim vista como oportunidade de agir... Estou falando isso para mim, preciso entender isso!

Ellen disse...

Concordância total, Tânia!