quarta-feira, 23 de março de 2011

Querido Diário

Até que ponto se pode cobrar algo do outro, quando alguém  tira nosso chão, nos magoa e nos confunde, hein? Será isso o direito do livre arbítrio que devo compreender? Porque, afinal, qual argumento teria eu para cobrar algo de alguém? Já que o espaço que damos ao outro em nossas vidas é escolha nossa, não é?
Acho que tô com dor de cotovelo e chocolate demais nas veias. Me sinto a Bridget Jones, sabe? Perguntativa, louca e gulosa. E esta é uma página do meu diário. Só não lembro como a história dela acaba... A minha provavelmente está hilária para os espectadores, mas, antes comédia do que drama né!


Vou colocar meu pijamão e abraçar o personagem por completo! Viver intensamente! Até no momento Bridget! 

7 comentários:

Anônimo disse...

Isso aí Mari, viva intensamente, essa é sua marca, ninguém pode mudar isso de vc.

Beijo
Gabriel

Tania Abreu disse...

É por isso que tenho pena da juventude. Verdade!!! É muito sofrido, muita perda de energia com coisas que 2 meses depois nem são mais lembradas.
Ser tirado o tapete? Fica com os pés direto no chão...friozinho gostoso. Conforme o piso pode ser delicioso também, morninho como a madeira...
Só não vale se desgastar inutilmente. Os outro só nos magoam tanto quanto permitimos ou compactuamos. Beijão! Sei que não esquentas muito, não é teu tipo! Thanks God!

Sara disse...

Se o sentimento dialogasse com a razão, quão fácil seria viver, nao? Ja que isso nao acontece, sera que poderíamos chegar a ser tao pragmáticos ou estóicos a ponto de evitar uma dor de cotovelo, por saber "calcular" o espaço exato que uma pessoa deve tomar na tua vida pra nao te machucar?
Nao acredito que isso seja possível.
Nao que eu considere que devamos atuar no nosso cotidiano de forma a afastar a razão do sentimento. Queria mais é que essas duas formas se integrassem de vez pra entendermos o que é bom pra nossa vida e "tlin" imediatamente parar de sofrer por motivos "bobos". Mas ja que a maioria de nos nao evoluiu a esse estagio substancialmente estoico, acho louvável vc curtir a sua dor de cotovelo no melhor estilo Bridget. #achoqueescrevidemais

Mariana Ostermann disse...

Primeiramente Tania...tu me relaxas. É isso que mais sinto quando te vejo ou te 'leio'. A dorzinha do orgulho pra mim é a pior de todas... ardidinha...mas nada que mate não. Foi uma olhada no espelho. Me fez enxergar coisas minhas. O outro é só o sujeito de vários sentimentos meus comigo mesmo, e, que bom, veio pra ensinar.
E Sara... vou comprar um walk-talk pro meu coração e meu cérebro poderem dialogar.Apesar que, eles não falam a mesma língua né!!

Mas o velho clichê também é reconfortante né: TUDO PASSA, ATÉ UVA PASSA!

Tania Abreu disse...

Tem um personagem chamado ego e ele dá um trabalho danado porque não gosta de ser contrariado. Só que somos mais livres sem ele, sofremos menos. Para nos libertarmos dele temos que baixar o volume da auto-importância pessoal e do diálogo interno, que fica nos azucrinando para aumentarmos a emoção das situaçOes, já que este é o alimento do ego.
Desidentificação com emoções negativas é um remédio...bom...

Anônimo disse...

horário mágico da ultima postagem!! 1:11 bjss serenita

Mariana Ostermann disse...

Desidentificação... estou praticando!
E Nei, os 1ns continuam me perseguindo!!