quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Minha filha!

Amiga de alma, companheira de vidas, calorzinho no coração...

E olha que não estou falando de nenhuma relação "maravilhosa" e respeitosa de uma filha e uma mãe. Não! Rola o maior barraco. Eu ouço verdades, falo verdades que doem. Muito! Mas depois sempre vem a compreensão, a dor passa e o que sobra é ajuda. No viver, na certeza de que alguém te vê de verdade e te esclarece, por ser tão íntima, sabendo dos meandros psicológicos e podendo ir tão fundo na compreensão dos esquemas neuróticos, nos desejos às vezes nem mesmo auto-revelados, na certeza da bondade interna e no desejo profundo de acertar.

Foi bom ter tido essa filha naquele dia de grande nevasca em Wilmington, Delaware! Já chegou tão companheira...embora pelo resto da vida tenha sempre estado dançando pelo mundo, com "a galera." Um pouco demais para o meu gosto. Mas que importa o meu gosto quando vejo o ser em que se transformou essa mulher?!
Perfeita? Não! Sincera! Honesta com a vida, consigo mesma. Não é amada por todos, graças a Deus, senão teria que ser falsa. Amada pelos que vêem além das palavras, pelos que compreendem sua integridade e suportam suas verdades inconvenientes.

Adorável ser alvo do seu amor. Alguns sabem disso. Eu me sinto honrada.



Parabéns minha amada!

Um comentário:

Alana de Abreu Trauczynski disse...

You and I, best friends. Namastê. Obrigada mãe. Passo muito tempo achando que eu errei muito na vida... mas há tempos em que colho os frutos dos muitos acertos. Graças a Deus. Tua compreensão é essencial para mim. Te amo.