quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Meu pai acabou de me fazer uma crítica construtiva, basicamente dizendo que estou escrevendo mal, que perdi o estilo. O pior, minha gente, é que quase concordo. Estou num momento megafeliz, solta, tranquila, como janeiro pede e o diabo gosta. Será que é por isso que as palavras não alcançam forma de texto? Todo esse calor, cheiro de Sundown, peixaria, pitangas e goiabeiras, não despertaram boas produções.  Ó céus, ó vida, será que virarei uma poeta boêmia que cria à sombra da miséria e da tristeza, produzindo as melhores obras sob lágrimas e suspiros? E cachaça? Ah, não! Nananinanão! Tristeza ser pré-requisito de inspiração não tá com nada. Todos os estados despertam alguma emoção, que pode ser canalizada à criatividade e inspiração, não é?
Vai, cabecinha querida... vai! Interliga o que esses olhos vêem com o que esse coração sente e envia a mensagem para a ponta dos meus dedos!!!

2 comentários:

Alana de Abreu Trauczynski disse...

Hahaha, isso vem acontecendo comigo também, Mari... acho que realmente os melhores textos vêm das maiores dores... São mais reais, catastróficos, dramáticos! Isso também é paradoxal, né? Ai, cadê minha inspiração, agora que tudo está tão bem??

tiaselma.com disse...

"Tristeza ser pré-requisito de inspiração não tá com nada." Perfeito, Mariana. Identificação total com o astral deste post e do blog que acabo de descobrir.

Selma