segunda-feira, 18 de julho de 2011

GOING WITH THE FLOW - Caindo no fluxo!

Sabe quando você tem a sensação de estar no fluxo correto das coisas? Sua vida vira um mar de "coincidências". Você liga para uma pessoa e pede o endereço da festa. Quando vê, está parada na frente. Fala com outra pessoa e pergunta "aonde você está indo?" e a pessoa diz o lugar onde você já está. Você olha para a lua e tem aquele momento epifânico, em que se sente grato pela vida, quando chega em uma praça às 5h da manhã e o violeiro está cantando Mercedes Sosa (Gracias a la vida!). Cruza com amigos e conhecidos inesperadamente, conhece as pessoas certas para suas necessidades do momento. É uma sensação muito boa. E prova que a vida - quando ela está no seu eixo e você está no seu centro - não precisa ser difícil. Muito pelo contrário. Me parece que quando o caminho está certo, tudo vai ficando mais fácil, as coisas vêm até você, as pessoas ligam, convidam para coisas inesperadas, oportunidades de trabalho surgem, as circunstâncias ideais aparecem. Por estes motivos, venho constatando cada vez mais que o grande trabalho de nossas vidas é interno. Organize o seu interno e fora tudo flui. Se não está fluindo, é porque tem boi na linha. E boi na linha, minha gente, tem que virar steak no prato. Para isso: terapia, olhar para dentro, autoconhecimento, experiência de vida. Depois sirva-se e delicie-se! (e comece tudo novamente no seu próximo obstáculo!)

‎"Abre teu peito como se fosse um alvo, pois a flecha do teu 

destino já está no arco". - Omar Khayyam

3 comentários:

Mariana Ostermann disse...

Estar bem e dar espaço para que o universo faça seu trabalho... que é sempre ao nosso favor... se não atrapalharmos!

Sandro Santiago disse...

Alana, que texto lindo!! Adorei. Gracias a la vida! pelo texto. Você tem razão: quando nós nos centramos, quando nos amamos a nós mesmos, as coisas fluem, acontecem, para o bem. Quando nos organizamos por dentro, tudo é possível, tudo é conquistável. Apenas penso que não existe esta dicotomia entre o de dentro e o de fora. Nós, Ocidentais, criamos esta separação. E outras... Se, como a frase acima do Khayyam, abrimos o peito, e deixamos o coração bater sem medo, a vida flue leve. Isto me lembra uma canção mineira: "Se você deixar o coração bater sem medo...". Ou a fita de Moebius do Escher, onde não existe o lado de dentro e o de fora, mas um movimento contínuo, sem cessar. Beijossss!!

Alana de Abreu disse...

Coisa liiiinda um filósofo para comentar os nossos textos! Obrigada Sandro!!! Você tem razão... dentro e fora já é uma invenção nossa!